quinta-feira, 26 de abril de 2012

Naturaza e Lazer



Saudações a Todos! Aqui estou eu, um pouco relaxado aqui no meu trampo, e aproveitando este momento de calmaria para falar de algo que li no jornal nesta manhã. Lendo o jornal "Metrô", distribuido gratuitamente nas estações de metrô da cidade eu vi um artigo que me alegrou muito. Na página 13, no tópico "metrôsaúde", havia o tema: "Paraíso dos Ciclistas" - 'pontos turísticos do Rio atraem atletas; Competição que mistura ciclistas e corredores acontece no domingo na estrada da Vista Chinesa, no Parque Nacional da Tijuca'.

É muito bom mesmo praticar esportes sudáveis assim, especialmene no meu bairro querido!

Eu praticava aciduamente corridas pela estradas e trilhas que há pela Floresta do parque. atualmente estou um pouquinho enferrujado, mas ainda dou cnta dorecado, rsrs. De fato, são muitos os praticantes de ciclismo e corridas, proficional e amadora aqui pelo bairro. é muito comum vê-los nos fins de tarde e ainda mais nos fins de semana. Meu irmão e eu gostamos de fazemos caminhada durante a noite, que é o melhor horário para nós, hora par a Vista Chinesa hora para outros pontos que não são turísticos mas que possuem ótimas vistas para o resto da cidade.

Segundo o jornal,  este evento será realisado no próximo domingo dia 29/04, o nome da disputa é 'Subida do Imperador', num trajeto de 4 km, tanto ciclistas e corredores profissionais quanto amadores poderão participar, se misturando pelas curvas da Dona Castorina, que dá acesso a Vista Chinesa. 1,5 mil participantes  irão seguir pela Vista Chinesa até a mesa do Imperador, onde termina o perurso. VIrgílio de Castilho, idealizador do evento, o local foi escolhido por dois motivos: "Primeiro porque é um dos pontos turísticos mais lindos d cidade e, depois, porque simboliza um desafio a ser superado". Virgilio competiu por oito anos na Seleção Brasileira de triatlo e foi  medalha de prata no Pan-Americano de 2003, para ele, reunir os praticantes das duas modalidades esportivass é uma intervenção natural. "A intenção era lançar  um desafio, uma brincadeira saudável entre amaores para ver quem chega primeiro".

Percurso da Vsta Cinesa e Cristo Redentor

Segundo Ana Cristina Vieira, coodenadora de Cultura do Perque do Rio de Janeiro, o  mirante,em estilo oriental, rpresenta um quiosque chinês e foi edifado entre 1902 e 1906 em homenagem aos chineses e ao cultivo do chá.

Destaques

  1. km 1 - uma queda d'água logo na subida d estrada Dona Castorina, na entrada no Parque Nacional da Tijuca, atrai aqueles que querem se reescar antes ou depois das atividades físicas.
  2. km 3 - famosa pela visão de 180° do Rio, a Vista Chinesa atrai cada vez mais turistas e cariocas interessados n bela paisagem da cidade.
  3. km 4 - no alto do Parque nacional da Tijuca fica a Mesa do Imperador, que era usada na época do Império pra repouso e lanche dos nobres durante os passeios de charrete pelo local. 

História do Local

O nome "Vista Chinesa" tem origem nos agricultores dessa nacionalidade trazidos para o Rio de Janeiro em duas levas, na primeira metade do século XIX. Inicialmente, foram cem os chineses que vieram da colônia portuguesa de Macau, importados em 1812 pelo Conde de Linhares, a mando de Dom João VI, com o objetivo de testar a receptividade do solo brasileiro para o cultivo do chá. Os imigrantes, que, teoricamente, foram escolhidos por terem bastante experiência no assunto, estabeleceram-se, primeiramente, nas encostas da mata onde estão os fundos do Jardim Botânico. Ali, chegaram a plantar 6 000 pés de chá, erva que dava três safras por ano. Após serem colhidas, as folhas eram colocadas em fornos de barro, onde eram postas a secar, sendo depois enroladas. Era sonho do príncipe-regente repetir, no Brasil, o comércio exitoso entre Macau e a Europa, do qual, com a venda do chá, Portugal auferia considerável rendimento. No princípio, houve certa euforia com o futuro da erva no Rio de Janeiro. Loccock nos conta que, logo após a chegada da família real, planejava-se suprir todo o mercado europeu com a produção carioca. Também Ebel nos dá seu relato, datado de 1824, no qual afirma ter visto, nas encostas do Jardim Botânico, "vastas plantações de chá chinês, agora em floração". Nesse sentido, é interessante o registro iconográfico executado por Rugendas em 1822, onde podem-se ver os chineses em pleno trabalho de plantio do chá, com bela vista da Lagoa Rodrigo de Freitas ao fundo.

No Brasil, a cultura do chá teve início nos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Existem notícias de ter sido plantado em 1814, em vasta área da Ilha do Governador, na Fazenda Santa Cruz e no atual Jardim Botânico do Rio de Janeiro, tendo Dom João contratado, para isso, colonos chineses a fim de ensinarem o plantio e preparação do chá. Muitos deles, entretanto, abandonaram as plantações e passaram a ser vendedores ambulantes. A Fazenda do Macaco de Amélia de Leuchtenberg, casa que ainda está no Jardim Botânico, teve cultivo de chá até 1890.

Um pouco antes de 1817, Johann Baptiste von Spix e Carl Friedrich Philipp von Martius declararam ter o chá carioca aroma excelente, embora seu sabor não fosse dos melhores. Esse desagradável paladar parece ter sido a razão que acabou obrigando o governo português a desistir de tentar produzir comercialmente o chá em terras brasileiras.
Outros autores, entretanto, afirmam que o insucesso deveu-se à falta de preparo, indolência e alto custo da mão de obra representada pelos chineses, que teriam sido mal-escolhidos em sua terra natal, não tendo vindo para cá um grupo de experientes agricultores, mas, como escreveu o historiador Oliveira Lima, "a ralé de Cantão". Mais realista, entretanto, parece ser a explicação de Maria Graham, citada por Bastos Cezar: "o imperador compreendeu ser mais vantajoso vender café (um produto sem concorrentes) e comprar chá do que obtê-lo com tais despesas (já que o chá era produzido a baixíssimo custo na China e Índia) e não continuou a plantação". Os chineses foram transferidos para a Fazenda Real de Santa Cruz onde fizeram outra tentativa, também falida.



 

FONTE: Jornal Metrô Rio (26/04/2012) e site Wikipídia.

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